Marta Pais Oliveira é autora dos romances Escavadoras (2021, Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís), Faina (2024, Finalista do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz) e Como Caminhar num Pântano (2026, Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho).
Escreve ficção, poesia e textos de ópera e teatro.
Acredita no poder da palavra e dos imaginários livres que abre.
© Fotografia: Enric Vives-Rubio
Próximas conversas e espetáculos
19 de junho
Fnac NorteShopping, Porto
Apresentação de Sótão com Madalena Sá Fernandes
18h30
21 de junho
Auditório Clotilde Mota, Gondomar
A Oliveira Milenar, Teatro e Marionetas de Mandrágora
16h00
26 de junho
Largo de Santo Ildefonso (Batalha), Porto
Babell: Conversa com Filipa Martins e Rafael Gallo
10h30
28 de junho
Jardins do Palácio de Cristal, Porto
Babell: Histórias de Levar para Casa
10h - 12h
2 de julho
Centésima Página, Braga
Apresentação de No Meu Fim Está o Meu Começo com Filipa Martins
18h30
3 de julho
Casa de Camilo, Famalicão
Filmes Inesquecíveis: In the Mood for Love, Wong-Kar-Wai
21h
4 de julho
Biblioteca Municipal de Espinho
Conversas literárias, com moderação de Margarete Gomes
15h00
10 de julho
Snob, Lisboa
Ficção e Não, com Luís Quintais e moderação de João Pedro Vala
21h00
17 de julho
Feira do Livro da Figueira da Foz
Conversa com Sara Duarte Brandão
21h30
3 - 12 de agosto
Casa de Vergílio Ferreira - Para Sempre
Residência Literária
29 de Agosto
Salão Nobre da Junta de Freguesia de Leça da Palmeira
Entrelinhas - Clube de Leitura
15h00
«A técnica consiste em restaurar cerâmicas, encarando cada quebra e rachadela como única. Reconstroem-se as partes e preenche-se a cicatriz (as cicatrizes) com pó de ouro. Aceitar a impermanência de tudo, embelezar a fenda. Tornar a fissura visível. Fazer do defeito força maior. Restaurar-me. Juntar as minhas peças quebradas, iluminar-me com pó dourado, agora sim – obra de arte. Dizem-me que devo criar um diário, registar o processo. Aprendo o acabamento, a limpar o material no fim. É bom aprender uma coisa nova. É como se algo se reconstruísse, um princípio de esperança, digo-o sem pudor. Como se as coisas fossem possíveis. A formadora está connosco em todas as fases, essa certeza consola-me. Fala com tanta doçura, gentileza. Não parece ter problemas reais, de pessoas reais, levita noutra dimensão. Nunca conheci nenhum guru, nenhum santo, talvez tenha sido esse o meu problema. Teria sido uma boa discípula.»Já nas livrarias.
NAS LIVRARIAS
A ÚLTIMA LIÇÃO DE JOSÉ GIL
Tenho os olhos a florir
Romances, contos, libretos, peças
Romances, contos, libretos, peças
Ficção
Como caminhar num pântano (Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho | 2026)
Acaso é Nascer (Flâneur | 2025)
Faina (Gradiva | Finalista do do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz | 2024)
Medula (Prémio Literário Nortear - Galiza-Norte de Portugal | 2022)
O homem na rotunda (Nova Mymosa | 2022)
Quando virmos o mar (Relógio D’Água | 2022)
Escavadoras (Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís | Gradiva | 2021)
Não-ficção
A Última Lição de José Gil (Contraponto | 2025)
Infantojuvenil
Tenho os olhos a florir (Gradiva | 2024)
Dramaturgia
A Oliveira Milenar (Teatro e Marionetas de Mandrágora | 2026)
Circo de Natal: Cícero e o Milagre da Vida (Coliseu do Porto | 2025)
belo é o destino desconhecido (Sinfonietta de Braga | 2025)
O Guarda-Rios Mágico (Novaterra e Lipor | 2024)
Madrugada: as razões de um movimento (MPMP | 2024)
Maria Magola (Festival Informal de Ópera | 2021)
Letra
A palavra foi passando (Grupo Coral da Vidigueira/ Futurama)
Marta Pais Oliveira (Porto, 1990) é licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto/ Universidad Complutense de Madrid e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Porto Business School e em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos pela Universidade do Porto.
Trabalhou em jornalismo, comunicação, publicidade, educação - em Moçambique - e gestão. Tende a ter a obsessão de ter um livro na mão e na cabeça. Ou mais.
É curadora e modera o ciclo mensal de conversas com autores “Palavras são Raízes” na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia. Tem dois umbigos: um no corpo e outro no blogue.
Outras publicações
50 Abris, Truz Truz Editora, 2024
Poesia Pública: Revolução, já!, Museu e Bibliotecas do Porto, Edições Húmus, 2025
Tod@os temos direito a uma oportunidade, EAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza, 2025
Paralaxes: Histórias do Comum, Porto Design Biennale, 2025
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Debate - Que país somos e queremos ser? Com Carlos Daniel, Eduardo Souto Moura, Maria João Baptista, João Reis, Ana Lehmann, Germano Silva
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Conversa sobre Renovação literária com Luís Castro, Manuel Fonseca e João Tordo
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Olá
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