Marta Pais Oliveira é autora dos romances Escavadoras (2021, Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís), Faina (2024, Finalista do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz) e Como Caminhar num Pântano (2026, Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho).
Escreve ficção, poesia e textos de ópera e teatro.
Acredita no poder da palavra e dos imaginários livres que abre.
© Fotografia: Enric Vives-Rubio
Próximas conversas e espetáculos
14 de março
Flâneur, Porto
Apresentação de Como Caminhar num Pântano com Marta Bernardes
16h30
21 de março
Biblioteca Municipal Florbela Espanca, Matosinhos
Dia Mundial da Poesia
15h00
26 de março
Almedina Fontes Pereira de Melo, Lisboa
Apresentação de Como Caminhar num Pântano com Samuel Úria
18h30
15 de abril
Biblioteca Municipal de Valongo
Conversa com alunos do 1º e 2º ciclo
10h45
18 de abril
Onomatopeia - Festival de Literatura Infantojuvenil de Valongo
Batalhas entre autores
21h00
26 de abril
Fnac Gaia
Apresentação de Como Caminhar num Pântano com Álvaro Curia
17h00
30 de abril
Teatro do Campo Alegre
Quintas de Leitura: Conta-me uma história
22h00
15 de maio
Auditório de Música de Espinho - Academia
Estreia de A Oliveira Milenar
(Teatro e Marionetas de Mandrágora)
21h30
29 de maio
Biblioteca Pública Municipal João Brandão, Tábua
Conversa com alunos do 3º ciclo
14h00
«A técnica consiste em restaurar cerâmicas, encarando cada quebra e rachadela como única. Reconstroem-se as partes e preenche-se a cicatriz (as cicatrizes) com pó de ouro. Aceitar a impermanência de tudo, embelezar a fenda. Tornar a fissura visível. Fazer do defeito força maior. Restaurar-me. Juntar as minhas peças quebradas, iluminar-me com pó dourado, agora sim – obra de arte. Dizem-me que devo criar um diário, registar o processo. Aprendo o acabamento, a limpar o material no fim. É bom aprender uma coisa nova. E como se algo se reconstruísse, um princípio de esperança, digo-o sem pudor. Como se as coisas fossem possíveis. A formadora está connosco em todas as fases, essa certeza consola-me. Fala com tanta doçura, gentileza. Não parece ter problemas reais, de pessoas reais, levita noutra dimensão. Nunca conheci nenhum guru, nenhum santo, talvez tenha sido esse o meu problema. Teria sido uma boa discípula.»Já nas livrarias.
NAS LIVRARIAS
A ÚLTIMA LIÇÃO DE JOSÉ GIL
Tenho os olhos a florir
Romances, contos, libretos, peças
Romances, contos, libretos, peças
Ficção
Como caminhar num pântano (Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho | 2026)
Acaso é Nascer (Flâneur | 2025)
Faina (Gradiva | Finalista do do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz | 2024)
Medula (Prémio Literário Nortear - Galiza-Norte de Portugal | 2022)
O homem na rotunda (Nova Mymosa | 2022)
Quando virmos o mar (Relógio D’Água | 2022)
Escavadoras (Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís | Gradiva | 2021)
Não-ficção
A Última Lição de José Gil (Contraponto | 2025)
Infantojuvenil
Tenho os olhos a florir (Gradiva | 2024)
Dramaturgia
Maria Magola (Festival Informal de Ópera | 2021)
Madrugada: as razões de um movimento (MPMP | 2024)
O Guarda-Rios Mágico (Novaterra e Lipor | 2024)
belo é o destino desconhecido (Sinfonietta de Braga | 2025)
Circo de Natal: Cícero e o Milagre da Vida (Coliseu do Porto | 2025)
A Oliveira Milenar (Teatro e Marionetas de Mandrágora | 2026)
Letra
A palavra foi passando (Grupo Coral da Vidigueira/ Futurama)
Marta Pais Oliveira (Porto, 1990) é licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto/ Universidad Complutense de Madrid e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Porto Business School e em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos pela Universidade do Porto.
Trabalhou em jornalismo, comunicação, publicidade, educação - em Moçambique - e gestão. Tende a ter a obsessão de ter um livro na mão e na cabeça. Ou mais.
É curadora e modera o ciclo mensal de conversas com autores “Palavras são Raízes” na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia. Tem dois umbigos: um no corpo e outro no blogue.
Outras publicações
50 Abris, Truz Truz Editora, 2024
Poesia Pública: Revolução, já!, Museu e Bibliotecas do Porto, Edições Húmus, 2025
Tod@os temos direito a uma oportunidade, EAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza, 2025
Paralaxes: Histórias do Comum, Porto Design Biennale, 2025
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Debate - Que país somos e queremos ser? Com Carlos Daniel, Eduardo Souto Moura, Maria João Baptista, João Reis, Ana Lehmann, Germano Silva
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Conversa sobre Renovação literária com Luís Castro, Manuel Fonseca e João Tordo
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Olá
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