Marta Pais Oliveira é autora dos romances Escavadoras (2021, Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís) e Faina (2024, Finalista do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz).

Escreve ficção, poesia e textos para ópera e teatro.

Acredita no poder da palavra e dos imaginários livres que abre.

© Fotografia: Vitorino Coragem

Próximas conversas e espetáculos

12 de dezembro – 4 de janeiro

Coliseu do Porto - Circo de Natal

Cícero e o Milagre da Vida

Várias sessões

15 de janeiro

Magma - Espaço de Criação Literária

A Cura da Loucura ou a Loucura da Cura

18h00

31 de janeiro

Capela da Misericórdia, Melo

Conversa de vida com José Gil

16h00

3 de fevereiro

Escola Secundária Aurélia de Sousa

Conversa com alunos

10h00

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Ficção

Como caminhar num pântano (Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho | 2026)
Acaso é Nascer (Flâneur | 2025)
Faina (Gradiva | Finalista do do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz | 2024)
Medula (Prémio Literário Nortear - Galiza-Norte de Portugal | 2022)
O homem na rotunda (Nova Mymosa | 2022)
Quando virmos o mar (Relógio D’Água | 2022)
Escavadoras (Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís | Gradiva | 2021)

Não-ficção

A Última Lição de José Gil (Contraponto | 2025)

Infantojuvenil

Tenho os olhos a florir (Gradiva | 2024)


Dramaturgia
Maria Magola (Festival Informal de Ópera | 2021)

Madrugada: as razões de um movimento (MPMP | 2024)

O Guarda-Rios Mágico (Novaterra e Lipor | 2024)

belo é o destino desconhecido (Sinfonietta de Braga | 2025)

Circo de Natal: Cícero e o Milagre da Vida (Coliseu do Porto | 2025)

A Oliveira Milenar (Teatro e Marionetas de Mandrágora | 2026)

Letra
A palavra foi passando (Grupo Coral da Vidigueira/ Futurama)

Quero ler

Marta Pais Oliveira (Porto, 1990) é licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto/ Universidad Complutense de Madrid e pós-graduada em Comunicação Empresarial pela Porto Business School e em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos pela Universidade do Porto.

Trabalhou em jornalismo, comunicação, publicidade, educação - em Moçambique - e gestão. Tende a ter a obsessão de ter um livro na mão e na cabeça. Ou mais.

Modera o ciclo mensal de conversas com autores - “Palavras são Raízes” - na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia. Tem dois umbigos: um no corpo e outro no blogue.

  • "O livro é um documento valiosíssimo sobre um homem, sobre a sua vasta obra filosófica e sobre como ambos, indissociáveis, atravessam o tempo. Até chegar ao presente e à sua crua, sanguínea dissecação, à qual sempre se entregou."

    Sobre A Última Lição de José Gil, Luciana Leiderfarb, Expresso

  • «Semanticamente contida, seca, crua e ao mesmo tempo fértil, húmida, festiva. O encadeamento discursivo chega a ser frenético e violento, mas essa violência tem outro nome: rigor.»

    Recensão a Escavadoras de Rita Homem de Mello, no jornal i

  • "Marta Pais Oliveira canta, ou melhor escreve, numa frequência que está ao alcance de um leitor interessado. Seja ele ou ela de Espinho, ou de outro Portugal, com ou sem mar."

    Sobre Faina, Abel Coentrão

  • «Mestria na construção da narrativa, bom ritmo e uma linguagem e estilo notáveis que coincidem com o estado de desassossego permanente.»

    Sobre Medula - Júri do VIII Prémio Nortear, presidido por Gonzalo Constenla

  • «Prosa tão segura, tão rara e arriscada, tão simples e profunda ao mesmo tempo.»

    Sobre Faina, Ana Margarida de Carvalho

  • "Este livro tem palavras para crianças que se demoram nos adultos. E palavras para adultos que se semeiam nas crianças. E precisamos tanto de sementes."

    Sobre Tenho os Olhos a Florir, Mariana Correia Pinto

  • «Romance que atrai não só pelas vertentes oníricas como a narrativa se organiza, mas também pelo sentimento de perda que une o universo existencial das personagens.»

    Sobre Escavadoras | Júri do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís 2020, presididio por Guilherme d’Oliveira Martins

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